domingo, 17 de julho de 2011

Sinto muito!

Sinto muito. Sinto que certos amores sejam tão instáveis. Sinto que certos amores se enganem com o nome que assumem. Em resumo, que falem de amor em vão. Que usem em vão seu santo nome. Sinto muito que certos amores sejam palmeiras, que oscilam conforme o vento. Sinto que certos amores não se envergonhem de jurar de dia e exconjurar de noite. Sinto que certos amores não valorizem o aconchego do companheirismo, a ternura do compartilhar, o carinho da constância, a bênção da presença.

Sinto muito. E, infelizmente, sinto por mim também.