sábado, 28 de fevereiro de 2009

Otras cositas mas....


Al perderte
Ernesto Cardenal

Al perderte yo a ti, tu y yo hemos perdido.
Yo porque tú eras lo que yo más amaba,
tú porque yo era la que te amaba más.
Pero de nosotros dos tú pierdes más que yo,
porque yo podré amar a otros como te amaba a ti,
pero a ti no te amarán como te amaba yo.

Essas frases mexem comigo!


"É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se a derrota, do que formar fila com os pobres de espírito que nem gozam muito nem sofrem muito, porque vivem nessa penumbra cinzenta que não conhece vitória nem derrota.É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se a derrota, do que formar fila com os pobres de espírito que nem gozam muito nem sofrem muito, porque vivem nessa penumbra cinzenta que não conhece vitória nem derrota."
(Theodore Roosevelt)


"Gosto e preciso de ti, mas quero logo explicar, não gosto porque preciso. Preciso, sim, por gostar."

(Mário Lago)



"Temer o amor é temer a vida, e aqueles que temem a vida já estão meio mortos."

(Bertrand Russel)



"Tão bom morrer de amor... e continuar vivendo..."

(Mário Quintana)

O amor, sempre o amor...


Falar de Gibran Kalil sem falar do amor é difícil... muitos consideram o seu texto sua melhor definição... e é desse texto que busco algumas partes (na verdade, quase quç a sua totalidade!) e as lanco aqui, como sementes que buscam terra fértil!

"Quando o amor vos chamar, segui-o,
Embora seus caminhos sejam agrestes e escarpados;
E quando ele vos envolver com suas asas, cedei-lhe,
Embora a espada oculta na sua plumagem possa ferir-vos;
E quando ele vos falar, acreditai nele,
Embora sua voz possa despedaçar vossos sonhos como o vento devasta o jardim.

Pois, da mesma forma que o amor vos coroa, assim ele vos crucifica. E da mesma forma que ele contribui para vosso crescimento, trabalha para vossa poda.

E da mesma forma que ele sobe à vossa altura e acaricia vossos ramos mais ternos que se embalam ao sol,
Assim também desce até vossas raízes e as sacode no seu apego à terra.

Como feixes de trigo, ele vos aperta junto ao seu coração.
Ele vos debulha para expor a vossa nudez.
Ele vos peneira para libertar-vos das palhas.
Ele vos moi até a extrema brancura.
Ele vos amassa até que vos torneis maleáveis.
Então, ele vos leva ao fogo sagrado e vos transforma no pão místico do banquete divino.

.....

Todavia, se no vosso temor procurardes somente a paz do amor e o gozo do amor,
Entao seria melhor para vós que cobrisseis vossa nudez e abandonásseis a eira do amor,
Para entrar no mundo sem estações, onde rireis, mas não todos os vossos risos, e chorareis, mas nao todas as vossas lágrimas.

.....

O amor não tem outro desejo, senão o de atingir a sua plenitude.

Se, contudo, amardes e precisardes ter desejos, sejam estes vossos desejos:
De vos diluirdes no amor e serdes como um riacho que canta sua melodia para a noite;
De conhecerdes a dor de sentir ternura demasiada;
De ficardes feridos por vossa própria compreensão do amor;
E de sangrardes de boa vontade e com alegria;
De acordardes na aurora com o coração alado e agradecerdes por um novo dia de amor;
De descansardes ao meio-dia e meditardes sobre o êxtase do amor;
De voltardes para casa à noite com gratidão;
E de adormecerdes com uma prece no coração para o bem-amado, e nos lábios uma canção de bem-aventurança."

É isso... pequenas frases que me fazem pensar, pensamentos dos quais compartilho...
- da mesma forma como o amor me coroa, me crucifica... e da mesma forma que ele contribui para o meu crescimento, trabalha para a minha poda... como crescer forte sem haver poda???

- da mesma forma como o amor sobe à minha altura e me acaricia os ramos que se embalam ao sol, desce às minhas raizes e as sacode no seu apego aa terra... só o amor nos mostra o verso e o anverso, nos leva ao êxtase e nos traz ao chão...

- não, não procuro somente a paz e o gozo do amor... não quero entrar no mundo sem estações, um mundo morno, de poucas cores... quero chorar todas as minhas lágrimas, se esse for o preco para rir todos os meus risos!

- sim, já tive esses desejos: já conheci a dor de sentir ternura demasiada, e como é gostosa essa dor! já acordei na aurora com o coração alado e agradeci por um novo dia de amor! já adormeci com uma prece no coração para o meu bem-amado! quem senão eu para querer o melhor pra ele, a proteção de Deus para seus sonhos, iluminando os seus caminhos e trazendo-o de volta para mim? Sim, já adormeci muitas vezes com uma prece no coração pelo meu bem-amado...

Filhos... como é difícil soltá-los, como é difícil deixá-los crescer!

Como soltar um filho e saber que está solto em segurança e, principalmente, que ele voltará?

Como cortar aquele cordão que já foi cortado, mas que a gente insiste em manter? Aquele cordão que não só une, mas prende, amarra, quer manter sempre perto, sempre junto?

Soltar os filhos tem um quê de devoção que só hoje entendo. Tem um quê de desprendimento que machuca meu egoísmo, mas que aprendo a conviver com ele. Soltar os filhos é uma prova de amor muito maior do que mantê-los.

Muito cedo conheci Gibran Kalil Gibran e desde as primeiras linhas bebi das suas idéias com sofreguidão. Mas o texto dedicado aos filhos sempre me machucava, e seu entendimento só veio agora, muito tarde, mas a tempo. E em homenagem a ele, pelo que escreveu, a mim, pelo entendimento, e aos meus filhos, por serem o motivo da sua compreensão, transcrevo aqui esse texto, que agora, compreensível a mim, já não doi mais:

"Vossos filhos não são vossos filhos. São os filhos e as filhas da ânsia da Vida por si mesma.

Eles vêm através de vós, mas não de vós. E embora vivam convosco, não vos pertencem.

Podeis outurgar-lhes vosso amor, mas não vossos pensamentos, Porque eles têm seus próprios pensamentos.

Podeis abrigar seus corpos, mas não suas almas; Porque suas almas moram na mansão do amanhã, que vós não podeis visitar nem mesmo em sonho.

Podeis esforçar-vos por ser como eles, mas não procureis fazê-los como vós: Porque a vida não anda para traás e não se demora com os dias passados.

Vós sois os arcos dos quais vossos filhos serão arremessados como flechas vivas.

O Arqueiro mira o alvo na senda do infinito e vos estica com toda Sua força para que Suas flechas se projetem, rápidas e para longe.

Que vosso encurvamento na mão do Arqueiro seja vossa alegria: Pois assim como Ele ama a flecha que voa, também ama o arco que permanece estável."

Bem, é isso.... agora venho aprendendo a soltá-los, com a certeza de que, quando quiserem, pelo tempo que quiserem, terão sempre um lar para voltar!

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Família é tudo de bom!



É uma coisa mágica, sem explicação, o que a família faz pela gente! E nem precisa ser a nossa, digo a família como instituição... aquela que suporta, abraça, convida, aconchega, fortalece...
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É assim a minha, que, como tudo, tem, no mínimo, 2 lados: o que interfere, em certas situações, sem ser solicitado, e o que apóia e suporta quando necessário. Então, relevemos essas intervenções, alguns comentários descabidos, porque a doçura com que ela se porta nos momentos de dor, sofrimento, tristeza, a fortaleza de que a sua presenca nos reveste, realmente não tem preço!
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Vivendo em família meu crescimento simplesmente se faz mais rápido; sou mais lúcida, madura, mas me permito, também, ser mais doce e menos desconfiada; o amor que dela emana me embrulha com carinho, sem me sufocar.